Mais um ano de Festival Brasileiro da Cerveja, mais uma edição que participo e ainda não aprendi muito sobre esse universo de cervejas artesanais! Conhecer a gente não conhece, mas é cada cerva que a gente toma!

Créditos: Divulgação.

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São muitos nomes e termos diferentes, o que me fez buscar informações com o a pessoa que atendia em cada balcão que eu parava e procurar indicações com amigos. Mas no final deu tudo certo. ;] Abaixo o relato de um leigo sobre um evento incrível!

Indo para o festival, lembrei de um post feito na página da cerveja Baden Baden com uma resolução para o ano novo: “Em 2016 eu vou: Beber Menos e Beber Melhor” e fui nessa pegada para lá (…) procurar boas cervejas.

Consegui ir ao evento somente no sábado (12), no último dia e, além de perceber antes mesmo de entrar que o local estava muito cheio, notei a boa vontade e bom atendimento dos expositores em falar e explicar as cervejas dos seus catálogos (para alguém leigo como eu isso é ótimo!).

De início fui numa cervejaria que já conhecia, a Ogre Beer (sim, tirei foto com corpo de ogrão, mas isso fica guardado) e como estava acompanhado, pegamos doses de diferentes cervejas para experimentar várias! Desta vez pegamos a Über Lager e Psycho Bitter. Realmente gosto das cervejas desse pessoal. Parabéns aí!

ogre-gui

Ogro!

Em seguida foi a vez de conhecer a cerveja 2 Cabeças que tinha várias cervejas com frutas, o que eu achei bem legal. Infelizmente quando cheguei já não havia mais a cerveja Hi5 que haviam me recomendado. Sendo assim experimentei a Funk Ipa, que não curti tanto assim, e a Rio de Colônia, que achei bem boa (apesar de não notar a tal da pitanga ;P). Experimentei a Maracujipa também e fui surpreendido, pois não curto muito a fruta ou doces com maracujá, mas essa cerveja é muito boa!

Depois encontrei com familiares (festival é para todo mundo mesmo!) e me recomendaram uma cervejaria aqui de Blumenau (de um conhecido), a Cervejaria Belgard. Experimentei a Eastwood Amber Lager,  condecorada no festival de 2015 e que tem um rótulo muito bom, além de ser muito gostosa e leve. Experimentamos também a Bronson Hop Attack IPA que é ótima.

Fomos até o estande da Amazon Beer e experimentamos a cerveja Forest Bacuri, que é feita uma fruta de mesmo nome encontrada na Amazônia. Diferente e recomendada!

Terminamos o breve passeio no festival tomando uma Ipê Amarelo, da Cerveja Blumenau (sim, eu ainda não havia experimentado essa!) e por fim, passamos na Cervejaria Colorado e experimentamos a brasileiríssima Cauim, que tem como ingrediente especial a mandioca. Uma mistura bastante diferente e surpreendente!

Achei legal perceber como o evento cresceu! Dois setores inteiramente cheios, 2 palcos com música ao vivo (inclusive vi um pouco da apresentação do Star Beetles, o cover de The Beatles, de grande renome) e muitas, mais muitas cervejarias expondo seus produtos!

Haviam poucas mesas, considerando o número de presentes no evento, mas as pessoas eram muito receptivas a grupos que sentavam próximos, pediam para tirar fotos do grupo todo e, no geral, o evento é bastante família mesmo!

Acabei não experimentando nada das opções de comidas e petiscos que haviam no Festival, mas vi sempre bastante fila em quase todos os estandes.

O festival terminou, lembrar dessas coisas todas deu até sede (…) então ficamos desejando a próxima edição e mais uma gelada!

 

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